João da Luz pede inclusão da modalidade “cross trainer” no programa Esporte em Ação

por Marcos Vieira publicado 11/12/2018 10h53, última modificação 11/12/2018 10h53
João da Luz pede inclusão da modalidade “cross trainer” no programa Esporte em Ação

João da Luz defende inclusão de modalidade em programa da Prefeitura de Anápolis (Foto: Ismael Vieira)

O vereador João da Luz (PHS) é autor de Indicação, aprovada em plenário nesta terça-feira (11.dez), que sugere ao prefeito Roberto Naves (PTB) que inclua a modalidade cross trainer no programa Esporte em Ação. “Dessa forma, esse esporte vai se desenvolver na cidade, abrindo a possibilidade dos atletas buscarem patrocínio e participarem de competições oficiais”, discursou João na tribuna.

João da Luz explicou que o esporte defendido por ele não é o popular crossfit, um termo patenteado nos Estados Unidos. Segundo ele, o cross trainer, nos últimos anos, tem experimentado um crescimento considerável em Anápolis com o surgimento de academias especializadas e características específicas.

“A presente proposta não visa apenas o apoio financeiro, mas também o incentivo à prática esportiva por crianças e adolescentes, que muitas vezes se desvirtuam com envolvimento em drogas por falta de opção”, disse João da Luz.

Para o vereador, o esporte é um instrumento social e financeiro, que contribui para a formação física e intelectual digna de um convívio social adequado. “O esporte é um poderoso instrumento de inclusão social”, destacou.

João da Luz fez uma defesa do programa Esporte em Ação, lembrando que ele está submetido às regras do Marco Regulatório do Terceiro Setor, o que faz com que entidades que antes faziam parte do Esporte para Todos não tenham conseguido reunir documentos e atender normas obrigatórias para firmar convênio com o poder público.

“Muitas entidades querem participar, mas precisam cumprir o Marco Regulatório. O Esporte para Todos não enfrentava essa lei. Isso faz com que muitos pensem que a parte esportiva da cidade que contava com o apoio do poder público esteja prejudicada, mas não é isso, as normas que foram alteradas de um ano para o outro”, explicou João da Luz.