João da Luz apresenta Moção de Apelo à Equatorial Goiás para que empresa deixe de usar trabalhadores terceirizados para atender os anapolinos

por Orisvaldo Pires publicado 24/02/2026 11h17, última modificação 24/02/2026 11h17
João da Luz apresenta Moção de Apelo à Equatorial Goiás para que empresa deixe de usar trabalhadores terceirizados para atender os anapolinos

João da Luz apresenta Moção de Apelo à Equatorial Goiás para que empresa deixe de usar trabalhadores terceirizados para atender os anapolinos

Na sessão ordinária desta terça-feira (24.fev), na tribuna, o vereador João da Luz (Cidadania) informou que apresenta Moção de Apelo, direcionada à concessionária da distribuição de energia elétrica Equatorial Goiás, para que a empresa deixe de usar trabalhadores terceirizados e crise o seu quadro primário de profissionais.

João da Luz ressaltou que, ao longo dos tempos, tem usado a tribuna para cobrar a Equatorial no sentido de que a empresa melhore a qualidade do serviço prestado aos anapolinos. Lembrou que é funcionário da empresa de energia há 30 anos, “mas não deixo de fazer o meu papel, por isso cobro essa providência de primarizar os trabalhadores, que foi compromisso da empresa quando assumiu a concessão”.

É preciso, segundo João da Luz, que a Equatorial mantenha quadro próprio de profissionais como eletricistas, técnicos, eletrotécnicos, engenheiros, entre outros. Para isso, a empresa deve preparar seus funcionários. Segundo ele, a terceirização tem influenciado na queda de qualidade de serviço. Citou o caso da empresa terceirizada Dínamo, que enfrenta reclamações de trabalhadores que estão com benefícios salariais atropelados. “Com mão de obra desvalorizada, consequentemente os serviços não têm a qualidade necessária”, afirmou.

Ao final, João da Luz chamou atenção para as negociações entre a Prefeitura e os sindicatos dos servidores, para estabelecer o índice de reajuste salarial. Parabenizou a cautela do prefeito Márcio Corrêa, em analisar um reajuste que seja pago de acordo como a gestão permite. “É preciso ter cuidado para não estourar as contas públicas”, concluiu.

(Foto – Allyne Laís)

registrado em: